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“Em busca do barquinho perdido” – Pastora Maria Granado

abr 01 2012

Culto ministrado pela pastora Maria Granado, em 01 de abril de 2012.

Em busca do barquinho perdido

Certa vez um garoto fez um barquinho com todos os detalhes possíveis para expressar a realeza dos barcos desejáveis da época. Todo dia olhava para o céu esperando a chuva que para a sua alegria não tardou em cair. Logo nos primeiros pingos, ele amarrou uma linha em seu barquinho feito por suas mãos e foi brincar em uma valeta que na imaginação do pequeno garoto se transformava em um rio cheio de perigos e com uma grande correnteza.

Lá estava o menino brincando quando de repente a linha quebrou e o barquinho foi embora pela rua abaixo, poie ele morava em uma grande descida no centro da cidade. O menino chorou muito.

Depois de alguns dias, o garoto foi passear pela cidade e olhando algumas lojas de brinquedos, viu do outro lado da rua em que estava uma loja de miniaturas de barcos.

Ao chegar perto da vitrine para apreciar os barcos encantadores, no canto da vitrine, um barquinho chamou-lhe a atenção e logo o reconheceu: “Este é o meu barquinho”.

Contente por encontrar o barquinho perdido, foi até o dono da loja e disse que aquele era o seu barquinho que tinha sido feito por ele e o queria de volta. O dono pediu que o garoto provasse que era dele, no mesmo momento os pequenos detalhes foram mostrados com explicações minuciosas e no final, em embaixo do casco, o garoto mostrou seu nome.
Aquele homem ao apreciar os detalhes do barco que foi achado por ele jogado no canto de uma rua percebeu que o pequenino era o dono do barco, mas disse que para ter o barquinho de volta era preciso pagar uma quantia, e deu um preço muito alto.

O garoto saiu correndo da loja, chegou em casa e contou ao pai o que tinha acontecido e o preço do barquinho. O pai disse que era muito caro. O garotinho disse que trabalharia durante alguns meses para o pai em sua sapataria até que o preço do barquinho fosse pago.

Pela bravura e esforço do filho, o sapateiro deu o dinheiro para comprar o barquinho, o garoto saiu correndo até a loja, entrou e pagou pela sua criação. Ao sair da loja, ele olhou aquele barco com muito amor e disse: “Barquinho, agora você é meu por dois motivo: Eu te fiz e te comprei por um bom preço!”.

A sua vida é como aquele barquinho. Jesus te fez e te comprou por um bom preço, a quantia não foi paga em dólar ou em Euros ou qualquer moeda da época. O preço foi de sangue na Cruz do Calvario.

Quem está em primeiro lugar no seu coração? Você tem certeza de que Jesus não está em segundo plano?

Se você tivesse que escolher entre Jesus e Maria, quem você coroaria?
Muitos ainda estão coroando Maria com uma coroa de pedras preciosas e brilhantes e para Jesus só sobrou à velha e dolorida coroa de espinhos.  Quem pagou pela sua vida? Quem te fez com muito amor? Responda em seu coração.

Deixe Jesus dizer as mesmas palavras ditas pelo garoto: “Eu te fiz e te comprei por um bom preço, agora você é meu”.

Pastor Alexandre Farias Torres

I Corintios 7:23 e 24

INTRODUÇÃO

A completa falta de controle sobre seu próprio destino, conforme era a sorte dos homens expostos nos mercados de escravos, nos dias de Paulo, era algo sentido intensamente, por causa do fato de ser  isso uma realidade brutal na antiga estrutura social.

A sociedade hoje, talvez não tenha noção do que está ilustração de Paulo significa, não podemos imaginar o impacto da negociação de compra e venda de escravos.

Homens e mulheres comprados pro negociantes de escravos, se tornando propriedade deles no sentido mais estrito da palavra.

Tinha tal senhor a liberdade de matar um escravo seu, o que geralmente acontecia através da crucificação e não havia lei que pudesse chama-lo a prestar contas perante a justiça. E se isso viesse a acontecer, era tido como ridículo.

O preço pago dava o direito legal a quem comprou de usar a pessoa escravizada da maneira que bem entendesse: talvez houvesse, naquele tempo, algum senhor de escravos com atitudes humanas, mas a maioria era desumana. As atrocidades eram comuns. A lei da escravatura tinha os seguintes pontos:

  1. A sujeição total do escravo a seu senhor
  2. A posse completa do escravo por seu senhor
  3. O poder da vida e da morte que o senhor exercia sobre o escravo.
  4. A destruição de toda independência do escravo
  5. A integração da personalidade do escravo na personalidade de seu senhor.

Romanos 6:6 a 8

O pecado se torna senhor para quem o corpo, como escravo, pertence e é obediente para executar a sua vontade. Assim como o escravo tem que realizar suas funções, não por não poder fazer outras tarefas, mas ele está sujeito ao senhor que o domina.

1 Pedro 4:1

Galatas 5: 24 e 25

Colossenses 3: 1 a 4

I Corintios 6: 19 e 20

I Pedro 1: 18 a 21

FINAL:

Gálatas 3:13 e 14

Gênesis 17:1 a 7

Romanos 4: 16 a 18

Estamos hoje aqui por causa desta Promessa de Deus a Abraão

Abraão creu, Deus cumpriu.

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Pra. Maria Granado

Por Pra. Maria Granado

Pastora Líder e fundadora, com o amor de mãe, tem dedicado todos os seus dias na presença do Senhor, no cuidado para com os irmãos e na pregação da Palavra da Salvação.

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